1 de jun. de 2008

Relógios, ponteiros, o tempo e eu.

Linha do tempo


Horas que vão, rápidas,
por entre nossos dedos,
doce e suavemente
vão desvendando segredos.

Horas que vão, sábias,
entrelaçando bouquets
de finos desejos,
ancoram o presente.

Horas se vão, caladas.
Não deixadas de lado,
trarão, tão vivo e saudoso,
o esplendor do passado.

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