11 de set. de 2008

Todo o bem que se faz

Cantava tanto
que, tanto ele
quanto seu canto,
me encantavam.

Grades vibravam
e estremeciam.
E tanto ele,
quanto seu canto,
me entristeciam.

Respirei fundo.
E tanto ele,
quanto seu canto,
não mais reclusos,
ganharam o mundo.

2 comentários:

Anônimo disse...

Não existem mais almas assim! Você pertence a este século mesmo? Um alento saber que a sensibilidade não é uma qualidade em extinção. Parabéns. Dê asas à alma que, sem poesia, seria um ser rastejante. Abraço.

Unknown disse...

Maravilha, cara. Mas eu sou suspeito, voce é meu poeta preferido.